Sala Lilás fortalece rede de proteção às mulheres em Goiás com acolhimento humanizado no Hugol
Nova estrutura inaugurada pelo Governo de Goiás amplia atendimento especializado a vítimas de violência, garantindo privacidade, escuta qualificada e suporte multiprofissional
Espaço no Hugol representa avanço na proteção às mulheres em situação de vulnerabilidade, com atendimento seguro, reservado e especializado. O Governo de Goiás deu mais um passo importante no fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres ao inaugurar a Sala Lilás no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. A iniciativa amplia a rede de acolhimento humanizado às vítimas de violência, oferecendo um ambiente seguro, reservado e preparado para assistência integral.
A nova estrutura foi criada para garantir atendimento especializado às mulheres em situação de vulnerabilidade, proporcionando privacidade, escuta qualificada e suporte multiprofissional desde o primeiro contato. O espaço também poderá ser utilizado em atendimentos envolvendo crianças e adolescentes em contextos de violência e vulnerabilidade social.
A inauguração da Sala Lilás ocorreu na última quinta-feira (28) e mobilizou dezenas de profissionais da unidade hospitalar, reforçando a importância da capacitação contínua para identificação precoce de sinais de violência e acolhimento adequado das vítimas. O evento reuniu equipes assistenciais, multiprofissionais e setores estratégicos do hospital.
Além da entrega do novo espaço, profissionais participaram de atividades de qualificação sobre enfrentamento à violência contra a mulher, abordando temas como violência de gênero, fluxo de atendimento, ciclo da violência, identificação de sinais de abuso e a aplicação da Lei Maria da Penha.
A criação da Sala Lilás integra uma estratégia mais ampla do Governo de Goiás para fortalecer a rede de proteção social e assistência às vítimas de violência, promovendo um atendimento mais acolhedor e humanizado dentro da rede estadual de saúde. A proposta também busca facilitar o encaminhamento adequado das vítimas para serviços de apoio, assistência social e segurança pública, fortalecendo uma atuação integrada no enfrentamento à violência contra a mulher.




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