Pesquisa Futura/Apex mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno presidencial
Levantamento divulgado pela CNN Brasil aponta o presidente com 46,3% das intenções de voto, contra 46,1% do senador do PL, dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Pesquisa Futura/Apex divulgada pela CNN Brasil aponta empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026, indicando um cenário de forte polarização política no país. A mais recente pesquisa Futura/Apex, divulgada pela CNN Brasil, aponta um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026.
Segundo o levantamento, Lula registra 46,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 46,1%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados.
O estudo ouviu 2.000 eleitores em todo o país entre os dias 7 e 11 de julho, retratando um cenário de elevada polarização política e indicando uma disputa acirrada caso o senador do PL seja confirmado como candidato à Presidência da República.
Os números reforçam a competitividade do campo conservador e mostram que a corrida ao Palácio do Planalto segue em aberto, com os dois grupos políticos mantendo bases eleitorais consolidadas em diferentes regiões do país.
A pesquisa também evidencia que o cenário eleitoral de 2026 deverá ser marcado por uma intensa disputa entre as principais lideranças nacionais, em um contexto de alta mobilização política e de definições que ainda dependem das alianças partidárias e do desenrolar do processo pré-eleitoral.
O levantamento da Futura/Apex foi divulgado pela CNN Brasil e integra a série de pesquisas que acompanham a movimentação dos pré-candidatos à Presidência da República e as tendências do eleitorado brasileiro para o próximo pleito.
Informações: CNN.




COMENTÁRIOS