Setembro Amarelo: GDF fortalece rede de cuidado emocional
Rede pública oferece atendimento em saúde mental para diferentes faixas etárias e níveis de necessidade, com acolhimento desde as UBSs até serviços especializados e emergências psiquiátricas
Setembro Amarelo reforça a importância de cuidar da saúde mental. No DF, o GDF mantém uma rede de atendimento que vai das UBSs aos serviços especializados e emergências psiquiátricas, garantindo acolhimento para diferentes necessidades. Cuidar da saúde também significa olhar para a mente. Durante o Setembro Amarelo, o Governo do Distrito Federal reforça a importância do acolhimento, da prevenção e do acesso aos serviços de saúde mental disponíveis para a população.
A rede pública do DF conta com uma estrutura organizada para atender crianças, adolescentes, adultos e idosos, de acordo com a intensidade de cada situação. O atendimento começa na atenção básica e pode avançar para serviços especializados, centros de atenção psicossocial e unidades de urgência e emergência.
A proposta é garantir que o brasiliense encontre apoio quando precisar, com profissionais preparados para acolher diferentes situações de sofrimento emocional e transtornos mentais.
UBS é a porta de entrada
As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são a principal porta de entrada para casos leves e moderados, como sintomas de ansiedade, depressão e estresse.
O atendimento inicial pode ser buscado de forma espontânea, sem necessidade de agendamento prévio para a recepção. Quando há necessidade de acompanhamento especializado, a própria equipe da unidade orienta e encaminha o paciente.
Para localizar a UBS de referência, a população pode utilizar a ferramenta Busca Saúde UBS, disponibilizada pela Secretaria de Saúde.
Atendimento especializado acompanha cada fase da vida
Para crianças e adolescentes, o DF possui serviços específicos, como o Centro de Orientação Médico-Psicopedagógica (ComPP), voltado a crianças de até 11 anos, e o Adolescentro, destinado ao público de 12 a 17 anos.
Nos casos mais graves ou de crises psíquicas intensas entre crianças e adolescentes, os Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) oferecem atendimento especializado.
Já os adultos podem contar com os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), destinados principalmente a pessoas com transtornos mentais graves e persistentes. Também existem unidades específicas para o atendimento relacionado ao uso de álcool e outras drogas.
Apoio também chega pela tecnologia
Outra ferramenta disponibilizada para auxiliar a população é a SAMia, assistente virtual gratuita que permite ao usuário permanecer anônimo e utiliza escalas validadas para ajudar a identificar qual serviço pode ser mais adequado para cada situação.
A iniciativa amplia as possibilidades de orientação e facilita o primeiro passo de quem muitas vezes não sabe onde procurar ajuda.
Em situações de emergência, atendimento é 24 horas
Nos casos de crise psiquiátrica grave, tentativa de suicídios ou risco iminente, a orientação é procurar atendimento emergencial.
O Samu, pelo telefone 192, pode ser acionado em situações de risco imediato. UPAs e hospitais gerais também realizam acolhimento e estabilização de crises agudas.
O Hospital de Base do Distrito Federal e o Hospital São Vicente de Paulo são referências para atendimentos especializados em urgência e emergência psiquiátrica.
Mais do que uma campanha de um mês, o Setembro Amarelo reforça uma mensagem que precisa permanecer durante todo o ano: pedir ajuda é um ato de cuidado e ninguém precisa enfrentar sozinho um momento de sofrimento.




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